Monthly Archives: February 2015

Plotter de impressão recria pôsteres clássicos

plotter

A tecnologia da plotter é capaz de criar imagens maravilhosas de artistas, filmes e muito mais

A decoração se torna muito mais fácil com um pôster, criado na plotter de impressão, de um tema que a gente gosta. Quem é fã de música e tem na faixa dos trinta anos vai se lembrar de revistas-pôster e de brindes em publicações de música, sobretudo rock e heavy metal que decoravam as paredes de jovens adolescentes com cabelos compridos.

“Muitos da minha geração experimentaram isso. Muitas vezes a gente comprava a revista somente pelo pôster para decorar o quarto. E pensar que aquela e qualquer outra imagem pode ser recriada em uma plotter de impressão, é como ter um ticket de viagem no tempo”, comenta Fábio Andrés Rodrigues, relações públicas de trinta e um anos, e que daquela época mantem o mesmo gosto musical, só fez questão de cortar o cabelo.

Na década de 1990, as próprias revistas eram criadas em impressoras plotter, e depois recortadas no formato ideal, e faziam muito sucesso com os fãs. “Eu adorava a Rock Brigade e a Metalhead. A primeira, eu coleciono até hoje. A edição atual é com o Dream Theater, e só para não perder o costume, ela vem com um pôster do Guns ‘N Roses. Comprei minha primeira edição em 1996, quando o Metallica lançou o Reload”, relembra o psicólogo André B. da Cunha, também acima dos trinta anos.

“Mas confesso que os pôsteres criados na plotter hoje têm uma qualidade superior. E um tamanho que era inimaginável para nós época. Outra coisa legal é que as lojas já os vendem emoldurados. Se torna um quadro, uma peça de decoração requintada. Muito melhor que as minhas fotos tamanho A3 coladas com fita dupla face”, brinca o psicólogo.

Os pôsteres impressos pela plotter são vendidos em sites especializados e lojas de decoração, cultura, e claro, na galeria do rock, no centro de São Paulo. “Toda que vez acesso o site allposters.com já imagino a minha conta bancária e a parede ficando menores. Há de tudo, personagens de histórias em quadrinhos e videogames, cartazes de filmes e séries, réplicas de obras de arte dos mais famosos pintores da história, fotos marcantes, capas de revistas e a minha categoria preferida: música”, diz o professor de língua portuguesa Luiz A. Vidal, fã sobretudo de bandas dos anos 1970, como Pink Floyd e Black Sabbath. “Temos de respeitar os clássicos. O mais incrível é que tudo é feito on demand através da plotter de impressão conforme os pedidos, com várias opções de molduras e películas de proteção diferentes”, ele completa.

“Não era fácil ser nerd na nossa adolescência, não havia muito material promocional daquilo que a gente gostava. Ou se tinha era importado e estava disponível a preços exorbitantes. Pelo menos hoje, com a plotter de impressão e uma abertura de mercado, podemos ir à forra e dar asas aos nossos pequenos prazeres de colecionador”, finaliza o relações públicas Fábio.

Impressora não fiscal é usada nas bilheterias do Cristo Redentor

impressora nao fiscal

A impressora não fiscal permite produzir até 100 ingressos por hora

A impressora não fiscal dos pontos de venda de ingressos para acessar o Parque Nacional da Tijuca, onde fica a Estátua do Cristo Redentor, provavelmente é a que mais trabalha em todo o Rio de Janeiro. Uma das sete maravilhas do mundo, o monumento é ponto de passagem obrigatório para todos que visitam a capital carioca.

“Esta é uma das vistas mais belas do planeta. Não se tem muita noção, lá de baixo, onde este ponto parece tão pequeno, mas tudo é deslumbrante daqui de cima. Gostamos muito do atendimento, e a tecnologia das bilheterias, com computadores e a impressora não fiscal, tudo muito organizado”, comentam o casal de ingleses Robert F. Hollow e a namorada Rachel W. Fitzgerald. “O Rio é lindo, estamos adorando”, eles comentam.

Como há entradas de valores diferentes, os funcionários utilizam a impressora não fiscal para criar na hora os tickets dos turistas, conforme o volume a necessidade. “Temos em um dos lados, uma imagem base que divulga o nosso parque e o outro lado em branco. A impressora não fiscal recebe as informações do sistema e coloca o valor, a data e um código de barras para controle no lado em branco”, conta o funcionário do parque Kennedy G. de Oliveira. “Na época de férias, ou em épocas festivas como sempre é o carnaval, ou foram a Copa do mundo e a Jornada Mundial da Juventude, temos filas quilométricas e precisamos de equipamentos que deem conta do recado”, ele adiciona.

A impressora não fiscal é um periférico indicado para o uso comercial. Alguns modelos, como os empregados no Parque Nacional da Tijuca, conseguem uma taxa de impressão de cerca de 300 mm por segundo. “A impressora não fiscal usa a tecnologia de transferência de calor para poder criar marcas no papel, escurecendo partes especificas para formar o alfabeto ou imagens, além e códigos de barras. Temos grandes fabricantes que ainda apostam neste mercado, inclusive alguns nacionais como a paranaense Bematech, mas a líder é a poderosa Epson”, afirma o analista de suporte Giancarlo K. Dellano.

A impressora não fiscal é tão importante porque há várias formas de ir até o Cristo Redentor. E cada uma delas tem um preço específico. Você pode comprar um pacote em vários pontos autorizados espalhados pela cidade, que vão incluir o deslocamento do seu hotel até o parque. Outra forma é ir até a estação do Cosme Velho e pegar o Trem do Corcovado, um bondinho charmoso, que leva os turistas por uma linha em meio a mata atlântica em uma experiência imperdível.

Por fim, é possível ir de carro até a estação Paineiras que conta com uma outra bilheteria e estacionamento. De lá, o passageiro escolhe, pegar o bondinho para os últimos metros até o topo do Corcovado, ou fazer a subida com as vans disponibilizadas pela administração do parque. Independente de qual for a escolha, a diversão está garantida e como dizia o antigo sambista, todos devem aproveitar: “O Rio de Janeiro a noite é a segunda cidade mais bonita do mundo. Só perde para o Rio de Janeiro em dia de sol”.

Coletor de dados previne desperdício em restaurantes e supermercados

coletor de dados

O coletor de dados controla melhor o estoque para aumentar rentabilidade das empresas

Nada pior que comprar e perder algo por não usar. O coletor de dados pode ser usado para evitar essa situação em empresas que lidam com produtos com prazo de validade curto ou médio. Segundo a ONU, uma porcentagem significativa dos alimentos produzidos pelo homem são perdidos aos poucos em cada fase da cadeia: na colheita, distribuição, armazenagem e até em nossas casas.

Este é um drama mundial, na mesma proporção da produção, cresce o desperdício. Além do lado social, para as empresas do setor de alimentação, tudo isso representa prejuízos, tanto na forma de alimentos jogados no lixo, como em pesadas multas e até a interdição por parte de órgãos de vigilância sanitária.

O coletor de dados é um computador portátil extremamente versátil e que apresenta soluções para os mais variados segmentos. O de logística de estoque talvez seja um dos mais que mais utilizam o aparelho. Além dos aplicativos e da conectividade, alguns modelos de coletor de dados contam com periféricos integrados em sua estrutura. Os leitores de códigos de barras e de etiquetas inteligentes RFID são os mais indicados para controle de estoque.

“Hoje, existem ferramentas excepcionais para a nossa área, desde o hardware a aplicativos de gestão, temos a tecnologia ao nosso lado para facilitar as coisas”, diz o gerente de estoque de uma rede de hipermercados Marcelo M. Ribeiro.

Com o coletor de dados é possível acessar todas as informações de um produto ou lote em poucos segundos e tudo isso em meio a milhares de caixas, longe de qualquer terminal e computador.

“Isso facilita e muito a identificação. Digamos que em uma promoção do fornecedor, tenhamos comprado uma quantidade grande de determinado produto. E algum tempo depois, o sistema acusa que eles estão próximos ao vencimento. Imediatamente, a gerência da loja é avisada e pode se preparar para uma promoção relâmpago. Entretanto, temos de identificar entre um mundo de caixas no estoque, qual é aquele lote específico. Hoje, basta ir ao setor do tipo de alimento e apontar o coletor de dados com leitor RFID e ele vai identificar qual é. Se necessário, ele ainda pode mostrar qualquer outra informação na tela. É incrível”, conta o gerente Marcelo.

Essas possibilidades de gerenciamento, colocam o coletor de dados como uma peça central na estrutura de estoque de uma empresa. “No meu restaurante, como lido com uma margem de prazo de validade muito pequena, usamos uma impressora de etiquetas RFID e o coletor de dados, para criarmos aqui mesmo um rígido controle. Estes alimentos estão mais suscetíveis a aumentos que os industrializados, por questões climáticas. Então escolhi dar espaço zero ao desperdício para manter uma boa saúde financeira. Em várias ocasiões, já modifiquei o menu do dia seguinte para utilizar determinados alimentos. As soluções que o coletor de dados trouxe foram perfeitas para o meu negócio”, conclui a chef e empresária Mariana Gimenez.

Empresa havaiana de reflorestamento usa impressora de etiquetas RFID para identificar cada árvore

impressora de etiquetas

A impressora de etiquetas cria os marcadores que podem durar mais de cinquenta anos

A Hawaiian Legacy pretende, com a impressora de etiquetas RFID, permitir que seus investidores possam encontrar suas árvores em meio a nova e vibrante floresta que começa a florescer na ilha. Hoje, cerca de 90% das matas nativas do arquipélago deram lugar ao desenvolvimento das cidades e a agricultura. Há oito anos, a empresa iniciou o projeto de reflorestamento das área devastadas com dois viés: um de sustentabilidade e outro de ecologia. No primeiro, foi criado um programa angariar investimentos para a plantação de madeira de corte, com expectativa de 25 anos. Já o segundo, é a implantação de uma área permanente de proteção, revivendo a floresta de Koa, nativa da região.

A ideia de usar a impressora de etiquetas surgiu a partir do desejo dos investidores em seguir o desenvolvimento de suas árvores, e possivelmente, visita-las. “Além da preocupação ambiental, as questões pessoais e de seu grupo social motivam as pessoas a plantarem árvores. A cultura judaica tem uma forte relação com a natureza, há um simbolismo relacionado a evolução da vida, e vários ritos de passagem. É comum plantar uma árvore para celebrar um casamento ou em memória à entes queridos. Uma das maiores honras é ter uma árvore plantada em seu nome na Avenida dos Justos, em Jerusalém. Então, dá pra entender a preocupação da Hawaiian Legacy em procurar uma impressora de etiquetas que vá auxiliar na localização das arvores. Muita gente vai fazer questão de visitá-las”, diz a bióloga Judite Cohen.

Com os crescentes pedidos de detalhes da plantação, a empresa decidiu criar um banco de dados, com a localização de cada árvore, data de plantio, sua manutenção e a linhagem.

A solução mais eficiente conta com uma impressora de etiquetas com tecnologia RFID UHF. O modelo escolhido é capaz de criar até 100 tags inteligentes por minuto. Essa capacidade de produção foi importante se levarmos em conta que em 2014, a empresa plantou oitenta mil espécimes, e pretende ampliar para cento e vinte mil neste ano.

“Para um desafio dessa magnitude, as empresas precisam de equipamentos com boa vida útil, e resistentes para impor um ritmo de trabalho por longas horas continuas. Uma impressora de etiquetas industrial deve cumprir esses requisitos básicos para se manter competitiva no mercado, e ainda oferecer uma qualidade de impressão excelente e durável, resistentes às intemperes do ambiente externo”, explica o técnico de manutenção Rodolfo Duarte. Para desenvolver um sistema que pudesse comportar todas as informações de forma ágil, a Hawaiian Legacy contratou a SimplyRFID, referência na área.

Para as necessidades deste projeto, a impressora de etiquetas usa uma fita adesiva especial, equipada com slays RFID. O slay é composto por um microchip e um pequena antena que reagem a um sinal emitido por um leitor. “Em resposta, ele passa todos os dados daquela unidade e sua localização, que integrados ao sistema permitem ao seu dono acompanhar via remoto, ou encontrá-la no meio da selva”, explica o engenheiro de telecomunicações João Paulo Iolle. Depois que a impressora de etiquetas finaliza a codificação do slay, o marcador é colocado em uma capsula de plástico e preso à uma estaca que recebe a cobertura de uma resina para proteção. Esta estaca fica junto a árvore inserido no solo, e pode ser lido de uma distância de três metros com um leitor portátil. Toda essa logística tem apenas um objetivo: trazer paz de espírito aos seus investidores.

Artistas usam Projetor | Datashow para transformar prédios em tela

data show | projetor

O Projetor | Datashow permite a integração de várias tendências e impressiona quem passa nas ruas

Que o Projetor | Datashow é um equipamento versátil, a maioria das pessoas já percebeu. Ele está presente em palestras, reuniões, escolas, salas de cinema e em home theaters em todo o mundo. Agora, ver suas imagens exibidas em gigantescos prédios ao redor do globo, é no mínimo surpreendente. “O ser humano se encanta com a beleza acima de tudo, esse é o poder da arte, de tocar as pessoas, emocioná-las. E não é possível ser indiferente quando vemos um prédio comum, até então cinza, neutro, explodir em cores e alegria”, diz a relações públicas Rebeca Oliveira.

“O Projetor | Datashow nessas ocasiões, em conjunto com ferramentas de design gráfico no computador, fazem as vezes de pincel e tinta de vanguarda”, comenta a estudante de arte Adriana Nunes.

A técnica com uso de Projetor | Datashow em grandes espaços recebe o nome de vídeo mapping. Essa tendência de arte se especializou em projeções em superfícies gigantes, e muitas vezes irregulares, como prédios, pontes ou estátuas. “Desde que seja feito a noite, qualquer estrutura serve para este tipo de intervenção artística”, explica a estudante Adriana. “Antes do uso do Projetor | Datashow, é necessário fazer um mapeamento da área a ser utilizada através de um software especifico, como o 3D Equalizer ou o popular Syntheyes, criando uma réplica virtual do local a ser projetado”, acrescenta a estudante.

O video mapping usa um Projetor | Datashow normal, mas com uma potência muito maior. Este tipo equipamento trabalha com a emissão de luz para criar as imagens. A potência de cada aparelho é classificada através da quantidade de luz que sua lâmpada interna é capaz de criar e recebe o nome de lumens. Em um Projetor | Datashow usado em casa ou no escritório, temos uma média de 2500 a 5000 lumens. Como as condições do vídeo mapping exigem muito mais, os modelos empregados são capazes de gerar 20.000 lumens de potência.

“O artista precisa se adaptar. As condições de projeção que ele deseja fogem do comum, então, o equipamento utilizado também é diferenciado, é um projeto muito mais complicado de se realizar”, cita o consultor técnico Denis Silva, especializado em equipamentos de áudio e vídeo.

Aqui no Brasil, o vídeo mapping, usando Projetor | Datashow, já coloriu diversos pontos do país. Podemos citar os trabalhos na Catedral de Campinas, Catedral de Belém, e prédios das grandes capitais como São Paulo e Belo Horizonte. Vale destaque o Rio Mapping Festival, que espalhou imagens em pontos importantes da Cidade maravilhosa, como a tradicional Igreja da Penha, no Morro da Providência. Além das recorrentes projeções nos Arcos da Lapa e Cristo Redentor, o monumento brasileiro mais famoso no mundo.

Nobreak e as TVs de tela plana, uma nova parceria

nobreak sms

O uso do Nobreak aumenta em casas e escritórios

Proteger um PC com Nobreak, era uma medida muito comum há alguns anos somente para profissionais da área de informática. Muitas vezes, esse tipo de equipamento era restrito ao espaço de trabalho, e ao conhecimento dos técnicos, permanecendo uma incógnita para os usuários finais, que viam o computador apena como uma ferramenta para um fim, sem compreender a tecnologia de seus muitos periféricos.

“Há alguns anos, boa parte dos usuários de computadores não tinham uma boa relação com os aparelhos, o enxergavam como uma máquina complexa, que apenas quem era especializado conseguia compreender. O nobreak era apenas mais uma peça próximo à estação de trabalho, e quase ninguém sabia a sua utilidade”, conta Tiago Marques, analista de TI de um escritório de advocacia em São Paulo. Este panorama aos poucos, tem se modificado, e a população tem entendido e utilizado cada vez mais no cotidiano a gama de soluções que a informática oferece.

Na verdade, hoje, os componentes de informática, tal como o nobreak, e eletrônicos, como as TVs, em geral se misturam, suas interfaces interagem, se comunicam, e eles compartilham peças, como memória flash ou processador. “Os avanços tecnológicos costumam não ficarem restritos a um único campo. Essa constante troca de informações permite encontrar novas utilidades para componentes, e fazer com que os produtos evoluam como um todo”, explica Tiago que complementa, “este é só o começo, estamos vivendo uma época de revoluções”.

O nobreak é um equipamento de segurança e que pode garantir uma vida útil maior à sua TV. As TVs modernas contam com facilidades antes exclusivas ao mundo da informática. Além da parte física, elas contam hoje com softwares de qualidade invejável, verdadeiros sistemas que organizam as funções da própria TV e a relação do usuário com suas fontes de conteúdo. Com conexões ethernet ou via wi-fi, memória interna e na acessibilidade de sincronia com pen drives ou HD externos e pareamento via web com outras formas de conteúdo.

“A potência em termos de equipamento das TVs, hoje, é muito exigente com relação ao hardware, são aparelhos de alto desempenho, mas que ao mesmo tempo não consomem tanta energia. Para se resguardar, as TVs contam com coolers, pequenos ventiladores, internos que refrigeram seus componentes. O nobreak forma uma nova linha de segurança, garantindo um fluxo estável de energia, e evitando desligamentos repentinos que podem avariar seu eletrônico”, orienta o engenheiro elétrico Flavio Moon.

O nobreak é um periférico que além de evitar mudanças de tensão, ou oscilação da rede elétrica, através de suas baterias internas fornece alguns minutos para que o usuário desligue corretamente seu PC, TV ou videogame. “Há diversos modelos de nobreak a venda, com valores e tecnologias diferentes. O mais indicado é a versão online e em série. Com esta opção, os equipamentos são alimentados pelas bateria do nobreak, que estas sim, recebem a energia da rede. Além da autonomia das baterias em caso de interrupção de fornecimento, elas mantém o tempo todo o ritmo ideal de energia para o equipamento. É o que há de melhor em segurança para sua TV”, completa o engenheiro Flavio.