Monthly Archives: March 2015

Desktop: banda usa o computador no palco

desktop lenovo

O Desktop é responsável por efeitos que aumentam o profissionalismo do show

O computador Desktop é um dos equipamentos mais polivalentes do nosso planeta. Ele pode ser empregado em praticamente todas as atividades. Mas muitas vezes no dia a dia, nós ainda nos deparamos com situações curiosas, que fogem do convencional, e causam surpresa no público. Uma delas é ver uma banda de garagem, usando um Desktop no palco. A cena independente de música aqui no Brasil é muito forte, não só no rock e rap na região sudeste, como em ritmos regionais no norte e nordeste do país e há muitos investimentos em estrutura de som por parte das bandas, que se promovem através dos shows, construindo uma base sólida de fãs.

“Não acreditei quando vi o tecladista carregando um computador Desktop para o palco. Pacote completo, monitor, teclado, e tudo mais. Não sabia se ele ia tocar ou conversar no MSN com os amigos”, brinca o estudante Breno Menezes Gouveia, ao comentar sobre o show da banda JellyBelly, no Garotos Perdidos Bar, localizado na zona leste de São Paulo. O espaço recebe bandas cover, e também autorais, do bairro para entreter seu público, em maioria fãs das variadas vertentes de rock and roll.

Usar um desktop no palco não é uma ideia original, a maioria das bandas profissionais emprega muito mais recursos do que apenas baixo, guitarra, bateria e voz. Tanto em estúdio como ao vivo, há todo um apoio para que o resultado do show seja bom. A surpresa foi encontrar essa disposição de oferecer o máximo de qualidade, em uma banda amadora, que ainda está no início de carreira.

A ideia do desktop surgiu para ampliar as opções de timbres e distorções do teclado. Segundo o tecladista Quinho Oliveira, todos os integrantes da banda são fanáticos pelo Faith No More, e inclusive tocam diversas canções do grupo americano no show.

“O desktop no palco, conectado ao teclado, foi uma opção que encontramos para que o nosso instrumento pudesse soar de maneira profissional, para conseguir o mesmo resultado, só com o teclado, precisaríamos de um equipamento muito mais caro. Esta é uma forma de estender a capacidade o instrumento. Como o teclado é basicamente um piano eletrônico, podemos mudar sua sonoridade para criar efeitos que levam as nossas composições a outro nível de qualidade. E mesmo nas canções tributo, alcançamos um resultado muito próximo do original, que é um orgulho para nós podermos representar bem os nossos ídolos”, completa o músico.

O próprio dono do bar ficou animado com a novidade. “Nós recebemos bandas de todos os estilos, dentro do rock, e o JellyBelly foi a primeira a usar um computador Desktop durante o show. Eu me amarrei, achei o resultado muito legal, tudo que puder ser feito para melhorar a qualidade da apresentação é válido”, afirma Renê Marques, que já agendou outras duas datas para receber a banda em seu palco.

Impressora laser colorida: traz mapas para o mundo real

impressora laser colorida

A Impressora Laser Colorida é uma forma de fazer representações cartográficas com baixo custo

A Impressora Laser Colorida conquista usuários no mundo todo, por sua impressão em alta resolução e preço por unidade impressa. Com isso, além do material do cotidiano, é através dela que as empresas que lidam com arte gráfica verificam a qualidade do trabalho em desenvolvimento. Na área de cartografia, as Plotters reinam, entretanto, sua função é criar o produto final. No dia a dia, a Impressora Laser Colorida se torna uma substituta a altura, dadas as devidas proporções e dependendo do tamanho utilizado, para que as informações possam ser conferidas durante a evolução da tarefa.

Mas o uso da Impressora Laser Colorida e da Plotter é apenas o mais atual capitulo da cartografia, sua história se confunde com a do homem. Seus primeiros indícios surgem com as pinturas rupestres há milhares de anos, como uma forma de representar em um desenho o mundo real. As referências eram proporcionais ao mundo da época, como a posição da aldeia, fontes de água e áreas de coleta e caça. Ainda há muita controversa com relação ao responsável pelo primeiro mapa-múndi. Algumas fontes sugerem que os povos antigos, como chineses, babilônicos, sumérios e gregos, entre outros, buscavam criar representações do que seria o mundo inteiro. A primeira concepção do que mapa próximo ao que temos hoje, com a configuração real do planeta e todos os continentes, foi criada pelo alemão Martin Waldseemüller, baseado nos desenhos do grego Ptlomeu, considerado o pai desta ciência.

Com o passar dos anos, a cartografia ganhou mais aplicações além de apenas definir os territórios. São os chamados mapas temáticos. E é neste nicho, que a maioria das empresas atuam, e onde a Impressora Laser Colorida desempenha seu papel.

“Nós somos contratados por empresas de vários segmentos. De órgãos públicos a área de marketing, para criar modelos específicos para suas necessidades. A Impressora Laser Colorida é uma ferramenta importante no dia a dia. Com ela, podemos verificar como a relação entre os elementos no mapa vão ficar aos olhos do cliente. Usamos avançados softwares de design e até aviões e drones, próprios para as fotografias aéreas, e precisamos de um equipamento de impressão a altura dessa tarefa. A Impressora Laser Colorida tem cumprido bem o seu papel. Nós mantemos a Plotter, com um custo muito maior de uso, apenas para a versão final”, explica o geógrafo Juliano Medici, gerente de uma das maiores empresas do setor, que atende em especial a Sabesp e fazendas de cana de açúcar do interior de São Paulo.

A cartografia é uma área de convergência de várias ciências. A criação de um mapa exige muito mais do que um profissional especializado, e se no passado tivemos grandes artistas criaram, a mão livre, verdadeiras obras de arte mostrando o nosso mundo, hoje, a Impressora Laser Colorida continua o legado destes gênios.

Monitor LED: Photoshop, um caso de amor?

monitor led

A resolução do – Monitor LED – facilita o trabalho de editores e diretores de arte

O Monitor LED permite que toda a potência gráfica de um computador esteja a disposição de profissionais de várias áreas. Até a década de 1980, os computadores não usavam recursos de interface gráfica. Era basicamente, uma tela de fundo preto e letras maiúsculas brancas ou esverdeadas com as quais os usuários digitavam os comandos para acessar determinados diretórios ou executar programas. Isso mudou com o lançamento do desktop Lisa, pela Apple, em 1982. Ele inovou ao usar uma interface gráfica, um novo caminho para a informática surgia. Hoje, com um PC e os talentos corretos é possível criar quase tudo, e um Monitor LED, com sua qualidade de imagem, ajuda profissionais de design em seu dia a dia.

“Para um designer gráfico, o senso estético é tudo, por isso a importância de um Monitor LED com uma imagem límpida e real. Para que o resultado final esteja de acordo com o que temos em mente, é necessário um equipamento a altura da tarefa. Quando lidamos com artes que serão impressas em tamanhos maiores, como outdoors ou fachadas, é fundamental estar atento aos detalhes, e corrigir as possíveis imperfeições que possam surgir. Para que o zoom da imagem esteja em condições de editarmos, dependemos de uma foto em altíssima qualidade, uma placa de vídeo que possa reproduzi-la fielmente e de um Monitor LED, alinhado com as nossas necessidades, para que o nosso esforço não se perca em um mar de pixels”, diz o diretor de arte Bruno R. Guedes, funcionário da Rhino, conceituada agência de propaganda em São Paulo.

Cerca de 98% dos modelos de Monitor LED disponíveis no mercado trabalham com resolução de tela Full HD, isto é, em torno de 1920 x 1080. Qualidade melhor do que muitos cinemas. Assim, ao trabalhar na área gráfica, o profissional consegue visualizar aquilo que deseja da melhor forma possível.

“Essa alta qualidade do Monitor LED reflete diretamente no nosso trabalho. Nós vivemos no detalhe. Muitas peças publicitárias antes de chegarem ao público passam por um processo de produção que vai desde o rafe, que é um primeiro esboço, ainda no papel, e passa por várias etapas, desde a contratação de um fotografo, especialista naquele tipo de trabalho, até a edição no computador de todos os elementos que vão compor a imagem final”, diz o publicitário e empresário Rodolfo Pinheiro, dono da Get up.

Para que estes elementos estejam em harmonia, eles devem parecer 100% integrados. Então, o sombreamento de imagens diferentes deve ser corrigido e linha de recorte entre a modelo e o fundo deve ser imperceptível.

“Estes são exemplos de quão fundo nós temos de mergulhar em cada ponto para alcançar a perfeição. Em uma área tão concorrida como a nossa não há espaço para erros. Depois de a equipe de criação desenvolver uma boa ideia que alcance o efeito que cliente deseja, é obrigação do departamento de arte coloca-la em prática. Para isso temos ferramentas de última geração, como o Monitor LED, para que o talento possa fluir pelo mouse e teclado, até atingir os olhos de quem lê uma revista ou está parado no transito olhando um outdoor”, completa Rodolfo.

Impressora jato de tinta reproduz pesquisas e trabalhos em centros acadêmicos universitários

impressora jato de tinta

A Impressora jato de tinta permite aos estudantes a impressão no próprio campus

A Impressora jato de tinta está no nosso dia a dia desde a década de 1990. Compacta, econômica e com bom preço de mercado, o periférico é popular em empresas e casas de todas as classes sociais. E na área de educação universitária, ela encontra um terreno fértil para colocar no papel as criações dos gênios e profissionais do amanhã. Ideal para quem deixa tudo para a última hora ou prefere terceirizar certas partes do trabalho, os centros acadêmicos de instituições renomadas, como a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, ficam cheios pela manhã e antes da entrada do noturno, com alunos preparando suas atividades para apresentar ou entregar ao professor. E a Impressora jato de tinta é quem dá conta do serviço.

“No início, há cerca de quinze anos, nós trabalhávamos apenas com máquinas de fotocópia, tanto para livros, como para os materiais de estudos que os professores deixam conosco para os alunos tirem cópia para leitura em casa, o que ainda acontece atualmente. A Impressora jato de tinta surgiu como uma oportunidade, a partir do momento em que a maioria dos trabalhos deixaram de ser manuscritos. E hoje, ela representa quase 70% do nosso faturamento, a Impressora jato de tinta foi uma ferramenta tecnológica que literalmente mudou o nosso ramo de negócios. Tanto que decidimos dispor alguns computadores para que os estudantes pudessem acessar seus e-mails, CDs ou DVDs, e pendrives para então imprimir as atividades”, afirma o empresário Lucas G. de Gregório, proprietário do centro acadêmico da Universidade Cruzeiro de Sul no Jardim Anália Franco, zona leste de São Paulo.

Muitos empreendedores optam pela Impressora jato de tinta por causa da sua qualidade de impressão com um custo relativamente baixo. Neste nível educacional, as pesquisas são mais complexas, são muito mais do que apenas texto. Em trabalhos dos cursos de Engenharia, há projetos de plantas de edifícios e pontes, fotos de prédios já prontos como referência, gráficos, e muito mais.

“Os cursos de humanas, como publicidade e administração, também não ficam atrás, os professores exigem dos alunos trabalhos como se fossem projetos do mundo real, com a mesma competência e nível de qualidade. Mas é bom que a universidade nos trate dessa forma, assim podemos estar mais próximos àquilo que nos espera lá fora. Muitas vezes uso a Impressora jato de tinta em casa e trago o trabalho pronto. Mas mesmo assim, há situações em que precisamos incluir ou modificar determinado ponto, então recorro a algum dos CAs”, conta Luís Felipe Freitas, estudante de administração de empresas, da Universidade São Judas Tadeu, também em São Paulo.