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Monitor touch screen: rodoviárias e estações de trem europeias investem no autoatendimento

monitor touch screen

O monitor touch screen organiza o sistema de compra de passagens

O monitor touch screen é um coringa do autoatendimento. E a área de transportes, sobretudo em perímetros urbanos, a praticidade sempre é bem-vinda. Enquanto aqui no Brasil, ainda engatinhamos na organização da compra e venda de passagens, em outros países, em especial os europeus, tudo flui de forma muito mais simples.

“Quando estive na Irlanda, em Dublin, a capital do país, consegui notar como a má administração em alguns órgãos chave das cidades atrapalham a vida dos cidadãos. O sistema de transporte é um deles. Em uma cidade como São Paulo, ou qualquer outra capital, o ideal seria usar o transporte público, mas os carros sempre têm prioridade. Em outros países, vi as cosias funcionando. Nos ônibus, o pagamento é feito apenas com moedas, para que elas não deixem de estar em circulação. Quando precisava sair da cidade, para curtir um final de semana com os amigos, por exemplo, a compra das passagens era feita de forma rápida, com um terminal equipado com um monitor touch screen e uma impressora, que gerava o bilhete na hora”, conta a professora de artes Érica Giulianni.

O uso do monitor touch screen para a compra e emissão de passagens de trem ou ônibus é muito comum no exterior. O Sistema em si é parecido com o que temos na América do Sul em caixas eletrônicos. Um computador roda com um aplicativo especial que tem acesso ao sistema da empresa que oferece o serviço de transporte. O monitor touch screen é a forma de inclusão de dados, tanto na escolha do destino, como nas informações obrigatórias na passagem, como nome e um número de documento de identificação, a ser apresentado no momento do embarque.

“Nas minhas viagens, sempre procurei comprar passagens de trem e avião pela internet, por uma questão de comodidade e para evitar aquela correria da última hora. Mas mesmo assim, a impressão do comprovante era bem simples, bastava usar o terminal de self-service e inserir o código da passagem através do monitor touch screen. Comparado com o que temos no Brasil, eu achei bem fácil de usar, acho que mesmo com dificuldade no começo, as pessoas pegariam o jeito com o tempo”, comenta a jornalista Ana Maria Prado, que edita um blog com dicas de viagens.

Além do monitor touch screen, o equipamento de venda de passagens conta com uma entrada para pagamento com dinheiro, equipada com um scanner, que identifica o valor da nota. Há também um coletor de dados para o pagamento com cartões de crédito ou débito.

O papel da tecnologia é justamente esse, oferecer soluções para questões pontuais do nosso dia a dia, e o monitor touch screen, além do uso no trabalho e em casa, está muito presente em utilidades públicas de todos os tipos.