Coletor de dados previne desperdício em restaurantes e supermercados

By | February 1, 2015
coletor de dados

O coletor de dados controla melhor o estoque para aumentar rentabilidade das empresas

Nada pior que comprar e perder algo por não usar. O coletor de dados pode ser usado para evitar essa situação em empresas que lidam com produtos com prazo de validade curto ou médio. Segundo a ONU, uma porcentagem significativa dos alimentos produzidos pelo homem são perdidos aos poucos em cada fase da cadeia: na colheita, distribuição, armazenagem e até em nossas casas.

Este é um drama mundial, na mesma proporção da produção, cresce o desperdício. Além do lado social, para as empresas do setor de alimentação, tudo isso representa prejuízos, tanto na forma de alimentos jogados no lixo, como em pesadas multas e até a interdição por parte de órgãos de vigilância sanitária.

O coletor de dados é um computador portátil extremamente versátil e que apresenta soluções para os mais variados segmentos. O de logística de estoque talvez seja um dos mais que mais utilizam o aparelho. Além dos aplicativos e da conectividade, alguns modelos de coletor de dados contam com periféricos integrados em sua estrutura. Os leitores de códigos de barras e de etiquetas inteligentes RFID são os mais indicados para controle de estoque.

“Hoje, existem ferramentas excepcionais para a nossa área, desde o hardware a aplicativos de gestão, temos a tecnologia ao nosso lado para facilitar as coisas”, diz o gerente de estoque de uma rede de hipermercados Marcelo M. Ribeiro.

Com o coletor de dados é possível acessar todas as informações de um produto ou lote em poucos segundos e tudo isso em meio a milhares de caixas, longe de qualquer terminal e computador.

“Isso facilita e muito a identificação. Digamos que em uma promoção do fornecedor, tenhamos comprado uma quantidade grande de determinado produto. E algum tempo depois, o sistema acusa que eles estão próximos ao vencimento. Imediatamente, a gerência da loja é avisada e pode se preparar para uma promoção relâmpago. Entretanto, temos de identificar entre um mundo de caixas no estoque, qual é aquele lote específico. Hoje, basta ir ao setor do tipo de alimento e apontar o coletor de dados com leitor RFID e ele vai identificar qual é. Se necessário, ele ainda pode mostrar qualquer outra informação na tela. É incrível”, conta o gerente Marcelo.

Essas possibilidades de gerenciamento, colocam o coletor de dados como uma peça central na estrutura de estoque de uma empresa. “No meu restaurante, como lido com uma margem de prazo de validade muito pequena, usamos uma impressora de etiquetas RFID e o coletor de dados, para criarmos aqui mesmo um rígido controle. Estes alimentos estão mais suscetíveis a aumentos que os industrializados, por questões climáticas. Então escolhi dar espaço zero ao desperdício para manter uma boa saúde financeira. Em várias ocasiões, já modifiquei o menu do dia seguinte para utilizar determinados alimentos. As soluções que o coletor de dados trouxe foram perfeitas para o meu negócio”, conclui a chef e empresária Mariana Gimenez.